"NÃO VOS INQUIETEIS, POIS, PELO DIA AMANHÃ, PORQUE O DIA DE AMANHÃ CUIDARÁ DE SI MESMO. (...)" - MATEUS 6:34



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quarta-feira, 17 de junho de 2009

STF derruba exigência do diploma para o exercício do Jornalismo

Essa decisão do STF não significa o fim. Sou jornalista por formação e não abro mão! Devemos continuar lutando pela qualificação e regulamentação profissional dos jornalistas!!! Não devemos deixar que isso acabe com a categoria, agora, mais do que nunca, vamos lutar!!! Essa decisão não muda o que somos e, muito menos, nosso conhecimento adquirido durante os anos que passamos na faculdade. SER JORNALISTA É PARA QUEM JÁ É E, NÃO, PARA QUEM QUER !!!! Thaiza Murray.


Fenaj

Em julgamento realizado nesta quarta-feira (17/06), o Supremo Tribunal Federal deu provimento ao Recurso Extraordinário RE 511961, interposto pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. Neste julgamento histórico, o TST pôs fim a uma conquista de 40 anos dos jornalistas e da sociedade brasileira, tornando não obrigatória a exigência de diploma para exercício da profissão. A executiva da FENAJ se reúne nesta quinta-feira para avaliar o resultado e traçar novas estratégias da luta pela qualificação do Jornalismo.

Representantes da FENAJ e dos Sindicatos dos Jornalistas do RS, PR, SP, MG, Município do RJ, CE e AM acompanharam a sessão em Brasília. O presidente da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação sobre a revisão das diretrizes curriculares, José Marques de Melo, também esteve presente. Do lado de fora do prédio - onde desta vez não foram colocadas grades - houve uma manifestação silenciosa. Em diversos estados realizaram-se atos públicos e vigílias.

Às 15h29 desta quarta-feira o presidente do STF e relator do Recurso Extraordinário RE 511961, ministro Gilmar Mendes, apresentou o conteúdo do processo encaminhado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo e Ministério Público Federal contra a União e tendo a FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo como partes interessadas. Após a manifestação dos representantes do Sindicato patronal e da Procuradoria Geral da República contra o diploma, e dos representantes das entidades dos trabalhadores (FENAJ e SJSP) e da Advocacia Geral da União, houve um intervalo.

No reinício dos trabalhos em plenário, às 17h05, o ministro Gilmar Mendes apresentou seu relatório e voto pela inconstitucionalidade da exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo. Em determinado trecho, ele mencionou as atividades de culinária e corte e costura, para as quais não é exigido diploma. Dos 9 ministros presentes, sete acompanharam o voto do relator. O ministro Marco Aurélio votou favoravelmente à manutenção do diploma.

“O relatório do ministro Gilmar Mendes é uma expressão das posições patronais e entrega às empresas de comunicação a definição do acesso à profissão de jornalista”, reagiu o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade. “Este é um duro golpe à qualidade da informação jornalística e à organização de nossa categoria, mas nem o jornalismo nem o nosso movimento sindical vão acabar, pois temos muito a fazer em defesa do direito da sociedade à informação”, complementou, informando que a executiva da FENAJ reúne-se nesta quinta-feira, às 13 horas, para traçar novas estratégias de luta.

Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e integrante da coordenação da Campanha em Defesa do Diploma, também considerou a decisão do STF um retrocesso. “Mas mesmo na ditadura demos mostras de resistência. Perdemos uma batalha, mas a luta pela qualidade da informação continua”, disse. Ela lembra que, nas diversas atividades da campanha nas ruas as pessoas manifestavam surpresa e indignação com o questionamento da exigência do diploma para o exercício da profissão. “A sociedade já disse, inclusive em pesquisas, que o diploma é necessário, só o STF não reconheceu isso”, proclamou.

Além de prosseguir com o movimento pela qualificação da formação em jornalismo, a luta pela democratização da comunicação, por atualizações da regulamentação profissional dos jornalistas e mesmo em defesa do diploma serão intensificadas.

Fonte: http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2644

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Encontro em Goiás debaterá principais questões ligadas à Assessoria de Comunicação

Fenaj - Federação Nacional dos Jornalistas
De 1º a 4 de outubro, em Goiânia, será realizado o 17º Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Comunicação (ENJAC), para debater o exercício da profissão do jornalista em assessoria de imprensa, o mercado de trabalho e de comunicação no Brasil. A expectativa é de reunir mais de 400 participantes, entre profissionais e estudantes. O Sindicato dos Jornalistas de Goiás, realizador do evento, prepara a abertura de inscrições e mais detalhes organizativos para os próximos dias.
Promovido pela FENAJ a cada dois anos, o ENJAC reúne representantes da FENAJ, dos 31 sindicatos de jornalistas do Brasil, profissionais e estudantes da área. Com o tema central “Assessoria de Imprensa: o Jornalismo Passa por Aqui”, o encontro avaliará as questões próprias da atuação do jornalista profissional em assessoria de imprensa e sua relação com assessorados e redações, além da formação do profissional em assessoria de imprensa, ética profissional e relações trabalhistas. O evento pretende aproximar a categoria e criar um canal de aperfeiçoamento das técnicas e instrumentos do exercício da profissão de jornalista em assessoria de comunicação e de imprensa.
Ao propor o encontro, aberto à participação de diversos segmentos da categoria (repórteres, redatores, editores, assessores de comunicação e de imprensa, professores e universitários), a FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas de Goiás consolidam o setor da comunicação como um mercado dos profissionais da área e, portanto, necessário na grade curricular das instituições de ensino e nas discussões sindicais e profissionais.
Luiz Spada, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Goiás, conta que uma comissão da entidade intensifica os preparativos para o Encontro e em breve serão abertas as inscrições. Informações sobre as inscrições de delegados e participantes – que serão feitas por meio eletrônico -, hospedagem e mais detalhes estarão disponíveis em um site específico do evento. Os delegados serão eleitos em encontros estaduais de jornalistas em assessoria de comunicação ou assembleias específicas para este fim.
Na programação estão previstos quatro oficinas, quatro painéis e quatro grupos de trabalho, além da conferência de abertura e plenária final. As deliberações do Encontro do segmento serão submetidas ao 34º Congresso Nacional dos Jornalistas, instância maior de deliberações da categoria.

SOLUÇÃO CONTRA O CORONAVÍRUS

Querido Leitor,  Diante do novo Coronavirus, Covid-19, circulando em nosso país, mesmo que ainda em controle em determinados Est...

O Dia que Dorival Encarou a Guarda

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